OS ETERNOS BRAÇOS DE DEUS (Deuteronômio 33.27-29)

Moisés exalta Deus no canto final de sua carreira. Impedido de entrar na terra, ainda assim exalta o Deus de toda a glória. Deus é espírito e importa que os que o adoram o adorem em espírito e verdade. Moisés está com os lhos fitos no céu, mas sente o cuidado de Deus para com seu povo aqui na terra (Isaias 43.2).


O BRAÇO DA DEFESA PERTENCE AO DEUS DA ETERNIDADE

1. O mundo é imediatista. Falta o alvo e objetivo à distância. Falar num Deus eterno no mundo assim materializado é quase utópico. Mas a alegre verdade é esta: "nosso Deus não morre, não envelhece, pois é eterno". Tantos no mundo de hoje trocaram a alegria de um coração simples pelas dores de uma vida comprometida pelas drogas e pelos excessos.

Moisés estava se aproximando do derradeiro momento, mas pensava nos braços eternos de Deus e escreveu as mais belas promessas que Israel jamais recebera. Moisés tinha um refúgio na eternidade de Deus. Era seu abrigo perpétuo.

O salmista partilhou da mesma experiência quando afirmou "O que habita no esconderijo do Altíssimo à sombra do Onipotente descansará “(Salmo 91.1).


OS BRAÇOS ETERNOS DE DEUS SERVEM DE SEGURANÇA

A palavra "refúgio" seria melhor traduzida como lugar de habitação, como aparece no Salmo.

Aquele povo peregrino estava recebendo alento de Deus, pois nele havia segurança e repouso seguro.

As areis e o calor do deserto não haviam de alterar a sua paz, a experiência de perderem o líder não os deixariam desamparados. Deus é refúgio para o vazio e tristeza. Deus é refúgio e defesa do que cambaleia sob o peso de suas tribulações.

Não pode haver solidão para o que sente a companhia de Deus. A história de Noemi e Ruth ilustra esta verdade, a epopéia de Davi de quando fugia do rei Saul confirma a mesma verdade. Existe abrigo e defesa em Deus.

DOS BRAÇOS DE DEUS ETERNO EMANA O PODER DE ORIENTAR

Aquele povo pelo deserto tinha sido orientado para que não perdesse o caminho. Coluna de fogo para guiá-los pela noite e a nuvem para impedir o escaldar do sol. O Deus eterno que havia guiado o povo no meio dos mais variados inimigos. O Deus eterno que tinha lidado com o problema da infidelidade do povo e sentido prazer em ajudar. O Deus eterno tinha enfrentado muitas emergências: o bezerro de ouro de Arão, e o povo e a conspiração de alguns. e irreverência de outros. Problemas individuais e coletivos, como os das filhas que precisavam da herança e não a tinham recebido. Tudo isto foi tratado pelo Deus eterno com graça e perfeita bondade.


OS BRAÇOS ETERNOS DE DEUS FORAM PENDURADOS NA CRUZ

Na cruz onde Jesus pendeu a cabeça, declarando tudo está consumado, está espelhado o maravilhoso amor e cuidado de Deus. Jesus foi o justo que morreu pelo injusto, o santo que tomou o lugar do pecador Barrabás. Na cruz está a súmula do maior amor de Deus. Ali, de mãos aberta e braços que simbolizam o amor a toda humanidade, foi completada a obra da nossa salvação.

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