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O VALOR DO REINO DE DEUS (Mateus 13.44-46)

As duas parábolas falam do valor imensurável do Reino. Era costume do tempo se esconder tesouros, para protegê-los. Ainda hoje se prática isto em escala menor. Jesus estava construindo um raciocínio amplo: A semente lançada na terra, o engenhoso trabalho da mulher que coloca fermento na massa, o tesouro escondido e a pérola de maior preço, terminando com o oceano cheio de peixes.

I - CIRCUNSTÂNCIAS DIVINAS PARA ACHAR SEUS FILHOS

1. O tesouro foi encontrado por acaso. Alguém chama atenção ao fato de que se tratava de alguém acostumado a escavações. O homem estava cavando a terra.

2. A pérola foi encontrada depois de uma busca persistente e sacrificante. Não houve casualidade no encontro. Não houve casualidade no encontro da pérola. Ao contrário, a procura foi demorada, cuidadosa e persistente.

3. A mulher de Samaria exemplifica o encontro ao acaso. Paulo de Tarso o encontro depois de .longa procura, até pelos meios e métodos errados.

II - CONDIÇÕES DE ENTRADA NO REINO

As duas parábolas demonstram o preço da felicidade em Cristo. O mundo precisa ser posto de lado. Os chamados tesouros deste mundo.

O salvo sabe o preço da salvação e o valor do tesouro que recebe. Existe a necessidade de uma persuasão o que leva a deixar tudo por Cristo. Filipenses 3.8 ilustra a atitude de Paulo em face ao tesouro.

Muitos encontram a bênção depois de sofrerem. O sofrimento usado por Deus para tal revelação. Não basta estar convencido da verdade, mas na santa disposição de pagar o preço de possuí-la. O homem precisa reconhecer-se como pecador e desfazer-se de todos os seus tesouros para possuir a Cristo.

III - LIÇÕES MARAVILHOSAS DA PARÁBOLA DA PÉROLA

1. O mercador que procura a pérola, dizem alguns, representa Cristo. Ele descobriu na pérola a igreja, um valor tal, que desfez-se até da Sua glória para possuí-la. Comprou-a pelo seu sangue.

2. A pérola seria então a igreja. Ela se tornou no corpo de Cristo e na noiva de Cristo.

3. O diamante pode ser cortado em vários tamanhos; mas a pérola não pode ser dividida. Assim Cristo não pode querer uma igreja dividida, mas unida em todos os ideais de Cristo.

4. A pérola resulta de enorme sacrifício. É o grão de areia que penetra na ostra e a fere tremendamente. O surgimento da pérola não é mecânico, mas resultante de muita dor e aflição. Assim a formação da igreja custou a morte de Cristo.

5. A pérola retira substância da ostra que nunca devolve. De modo igual a igreja pediu o sangue de Cristo e vive por causa dele.

6. Cristo morreu pela igreja. deu o seu tudo para que ela nascesse. Tem razão, portanto quando coloca como condição de recebê-lo a entrega de cada um inteiramente a Deus para o Seu trabalho.

Em 1Coríntios 8.9 temos a descrição de parte da entrega de Cristo, onde estará dita a nossa entrega.

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