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O DEUS DA ESPERANÇA

  • há 20 horas
  • 2 min de leitura

“E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz o vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo” – Romanos 15:13

A esperança é companheira da fé e do amor. Está entre as chamadas virtudes da teologia.

A vida humana é marcada pela esperança. A criança anela pelos dias de escola, o júnior pelos dias de 2º grau, os adolescentes pelas alegrias da vida colegial, os jovens pelos vestibulares das universidades. Para os cristãos, isto não acontece: “Seu Deus é de esperança”.


I – ESPERANÇA COMO DÁDIVA DE DEUS

A Bíblia associa o caráter de Deus a seus nomes.

1. O Deus da paciência e o da consolação.

2. O Deus da paz.

3. O Deus da Esperança. Durante todos os tempos, o caráter de Deus exibe os sentimentos mais nobres e mais belos.

4. Na plenitude dos tempos, enviou seu Filho, Jesus Cristo, nossa verdadeira esperança. Deus conosco para sempre.


II – A ESPERANÇA NO CONCEITO HUMANO

1. Os homens do mundo lutam por prêmios diversos. O prêmio da popularidade, da aceitação pessoal, o prêmio dos estádios, o prêmio de uma vida para hoje somente. Paulo classifica os desejos daqueles dias como o de pessoas “cujo Deus é o ventre”. A felicidade para o homem comum está ligada ao prazer e à riqueza.

2. Um pregador conhecido entrevistou vários homens da chamada, “alta sociedade”, e descobriu em todos uma queixa: Faltava-lhes a plena realização da esperança.


III – A DESCRIÇÃO DA VERDADEIRA ESPERANÇA

1. Sua origem está em Deus. Deus dá origem à esperança, nos inspira à esperança. “Toda boa dádiva vem de Deus”.

2. Seu poder provém de Deus na Pessoa do Espírito Santo. É o Espírito Santo que intercede por nós, que se une a nós, que nos revela a bondade e misericórdia de Deus.

IV – Tudo quanto Deus tem para o homem é abundante. Ele nos dá plenitude de luz  de calor. Imaginemos o verde que Deus espalha sobre a terra. Com que liberalidade o faz! Deus quer o melhor para nós.

1. Na igreja.

2. No mundo.

3. Para o tempo da eternidade.

Menino estrangeiro adoeceu no porto. Língua de difícil compreensão para ele, mas semblante alegre. Qual a sua esperança, rapaz? Jesus Cristo tem o bastante para todos.

A morte é o fim, disse um grande pregador. Fim triste e tribulação. Fim de toda a dor. Fim das aflições. Fim da falhas, das frustrações.

Edward Irving (1792-1834), escocês, pregador popular, tinha um lindo menino que foi levado para a glória. Ao lado do corpo, pediu a Deus que lhe vingasse aquela morte. Deus lhe revelou a ressurreição e ele se tornou grande pregador da vitória perfeita sobre a morte.

 
 
 

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