O CÂNTICO DE MOISÉS E DO CORDEIRO (Apocalipse 15)
Vimos, na mensagem anterior, o retrato completo da Humanidade. De um lado os que seguem a Jesus e do outro lado os servos da Besta. O primeiro grupo recebe de Deus as palavras: Bem-aventurados os que desde agora dormem no Senhor. O outro grupo é lançado nos tormentos para sempre, numa descrição vívida e terrível.
Hoje o retrato muda. Iniciar-se-ão as taças de Deus em lugar das trombetas e teremos em cada retrato um tipo de vitória dos que servem ao Senhor.
I - O QUADRO NO CÉU
1. De novo um belíssimo quadro no céu, uma maravilhosa representação. De novo, sete anjos com sete obrigações. O autor fala de sete pragas ao invés de 10 do Egito, guardando o número das perfeições de Deus.
2. Um mar de vidro mesclado de fogo, sinais do Juízo de Deus. Em 4:6, aprendemos que o mar estava diante do trono. Aqui, os remidos estão na praia do mar. O mar simboliza aqui a vitória,com o sentido de 22:1. Mas está marcado pelos sinais do juízo.
3. Os que foram vitoriosos do poder da Besta.
II - O CÂNTICO DE MOISÉS E DO CORDEIRO
1. A ideia é que o cântico é um só. Não agimos bem quando procuramos separar o Velho do Novo Testamento, pois que um é o complemento do outro.
2. Êxodo 15:1-2, lemos o cântico de triunfo de Moisés. Faraó tinha castigado o povo e tinha sofrido por causa do povo. Agora, Moisés é representado como que em posição de cantar o Cântico de Moisés, que era o cântico do Cordeiro.
3. Lembremos a ocasião do cântico de Moisés: O povo eleito estava salvo do outro lado do mar. Ninguém pereceu. Os inimigos foram completamente derrotados.
4. No cântico de Moisés, Deus é exaltado. Vimos na mensagem anterior que o objetivo do anjo que voa no céu é apregoar o louvor a Deus e sujeição a Ele.
III - O SANTO DOS SANTOS ABERTO
A linguagem do versículo 5 é bela demais: "Olhei e eis que o santo dos santos do templo no céu estava aberto completamente”. O céu está aberto, mas o juízo está para começar. Note: no tempo do juízo será tarde para entrar.
Um casal feliz recebeu de presente uma criança. O seu paraíso tornou-se mais lindo ainda. Eles falavam da criança e suas alegrias não tinham fim. Aos três anos e meio a mãe cai doente e morre quase que de noite para o dia. O pai começa a sofrer a angústia da separação. Era crente, mas não podia entender. Uma noite, quando pensava que o filho estava dormindo, deixou sair uma expressão de angústia: Ó Deus do céu, meu caminho é escuro demais. Parece que vivo a hora da meia-noite.
O filho que estava desperto moveu-se e disse: -- papai, papai! Você está acordado, filho? Sim, mas a mamãe não está não é mesmo? Sim, eu te amo. O filho tornou-se para o canto e dormiu. Pela primeira vez o pai se esqueceu do caixão Por um momento, sentiu a presença de Deus e virando-se para o canto dormiu feliz.


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