FILADÉLFIA E A PORTA QUE DEUS ABRIU (Apocalipse 3.7-13)
- 8 de dez. de 2025
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Sermão pregado na Igreja Batista da Esperança em 28.07.1969
Diante de nós a segunda e última das sete cartas, onde não aparece queixa por parte do Senhor da igreja. Smirna, a igreja da perseguição e Filadélfia, a igreja da cidade mais provada. A 28 milhas ao Sul de Sardes, Filadélfia era a cidade castigada por terremotos. Ainda assim, cidade religiosa. Hoje, Alah-Sohar, cidade onde foram descobertos 14 templos soterrados (cidade costeira no Oriente Médio).
I - O SENHOR CARACTERIZADO
1. Santo e verdadeiro. Este o caráter do Senhor da igreja. Culto santo e verdadeiro.
2. Posição oficial. Possui as chaves de Davi. Chaves: símbolos de autoridade e poder (Isaias 22.22; Salmo 119.141).
3. Administração (abre ou fecha). Será nossa oração fraca demais para que continuemos a olhar para o lote ao lado, sem possuí-lo ou será que Deus não nos quer dar?
II - A PORTA ABERTA DA IGREJA
1. Quem abre a porta é aquele que possui a chave. Temos nós uma das maiores portas em todo o mundo, como igreja e Escola Bíblica do Ar. Jesus nos abriu essa porta.
2. Igreja fraca, mas fiel à sua oportunidade. Fraca, sendo forte. Sardes, forte, mas fraca.
3. Membros unidos em torno do ideal da igreja.
III - O OBSTÁCULO E AS PROMESSAS
1. Grupo de insatisfeitos. Sempre existe um grupo insatisfeito.
2. Te guardarei na hora da provação.
3. Conserva o que tens... terás uma coroa (Tiago 1.12). Tinha paz, poder, Tua Palavra, Seu nome, Sua promessa de volta.
4. Coluna do santuário. Coluna no templo de Salomão.
5. Gravado o nome de Deus e o nome da cidade de Deus, a nova Jerusalém. Habitantes permanentes, não turistas. Identidade entre o Senhor e o povo.


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