FÉ E GRATIDÃO DE UM LEPROSO ESTRANGEIRO (Lucas 17.11-19)

Coube ao evangelista Lucas guardar para todos nós um dos momentos marcantes da vida do Senhor. Alegre observar que somente Lucas registra igualmente o texto de 7.53, mostrando a rejeição dos samaritanos ao Senhor da vida. Guardemos em mente a divisão racial centenária na apreciação do texto em exame.

I – DEZ HOMENS UNIDOS DENTRO DA SUA PERDIÇÃO

O leproso era segregado. Reis que pecaram e foram punidos com lepra, sofreram a segregação. Miriam e Arão quando conspiraram contra Moisés sofreram o castigo, Miriam leprosa. O leproso deveria prostra-se a cerca de 50 metros do interlocutor! Os dez se colocaram à distância do Mestre, mas clamaram: Tem misericórdia...

1. Dez unidos no infortúnio. No momento de extrema dor surgiu uma pausa para as diferenças raciais.

2. Os dez cantaram o mesmo brado: Tem compaixão, tem misericórdia. Só existe um caminho para a salvação da alma: Misericórdia, Senhor. Não existe carne e sangue e sabedoria capaz de comprar a salvação. Somente misericórdia.

3. Observemos o quadro: Miséria extrema diante da extrema bondade, fraqueza total diante da força maior.

4. Grande ingratidão diante da gratidão solitária de um dos 10 beneficiados. Israel bafejada por benesses divinas, não reserva tempo para agradecer.

II – O PODER DO SANGUE DE JESUS

Ficaram limpos. Jornalista europeu conta de sua visita a uma colônia de leprosos: Reclusos nas casas, muitos sem cílios e supercílios, vários desfigurados.

1. Hoje a lepra do pecado: Aids matará 1 em cada 4 nos Estados Unidos (Philadelphia Inquirer de 29.11.1989). Para a lepra do pecado somente o sangue de Jesus. Não há salvação sem arrependimento.

2. Só o sangue de Jesus no mundo das drogas, dos entorpecentes, dos vícios.


III – GRATIDÃO E SALVAÇÃO

1. Um deles voltou. Quão necessária é a volta do homem a Deus. Voltou e se prostrou diante de Jesus. Voltou na sua humildade e colocou o rosto em terra. Voltou para agradecer. Onde os nove?

Certo Almirante, depois das lutas pelos mares da Europa, ao tempo de aposentar, ajoelhou-se dentro da velha casa onde nascera e agradeceu a Deus, porque ali aprendeu a história do amor de Deus e aceitou a salvação.

O samaritano voltou... ajoelhou-se... agradeceu.

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