VER JESUS: SUPERLATIVO DA VISÃO (Lucas 19.1-6)

A antiga Jericó ia ficando para trás. A multidão seguia o peregrino Jesus em sua caminhada para a Cidade Santa. Seguir a um peregrino determinado a adorar em Jerusalém pode justificar o propósito quase impossível de se chegar até lá.

O chefe dos publicanos podia ser contratado pelo Governo Romano, que sempre estipulava as taxas a serem cobradas. Isto abria espaço ao apetite de muitos exploradores. Zaqueu também era maioral dos publicanos. Ser estigmatizado é ser arruinado. Zaqueu estava estigmatizado.

Louis Albert Banks (1855-1933) pregou em conferência em determinada cidade. Certo rico veio ouvi-lo. O pregador pediu para visitar aquela família. No meio dos familiares pediu ao dono da casa permissão para orar. O homem caiu nos seus joelhos, em lágrimas, acompanhou a oração: "Ninguém jamais orou em nossa casa. Faz mais de 30 anos que moramos aqui e jamais se orou por nós e conosco".


ZAQUEU QUERIA VER A JESUS

Rico e cheio de ocupações de ordem material e impopular como publicano, havia um vazio no seu coração. Errado na sua forma de agir, mas dentro do coração um desejo nobre: Eu quero ver Jesus. Zaqueu conhecia a oposição que lhe faziam. Zaqueu estava consciente de seus erros e falta de popularidade. Zaqueu percebia o volume da multidão e pensava em sua pequena estatura, mas eu quero ver Jesus, preciso dele.

Moça em dificuldade ouviu o sermão e prometeu que queria seguir a Jesus. Mas durante o apelo, sua irmã mais velha e incrédula convenceu-a que perderia as festas e os bailes se tomasse a decisão... nunca mais a jovem aceitou a Cristo.

No meio de dificuldades, Zaqueu queria ver a Jesus. Jesus procura por Zaqueu - verdade que o homem sentia no coração o desejo de se encontrar com Jesus - Jesus também queria se encontrar com Zaqueu e tomou a iniciativa.


MURMÚRIO DE INIMIGOS E A DECISÃO DE ZAQUEU

O Hino 39 do Cantor Cristão conta a história de quem conheceu a Jesus. T(*) Aqui temos ilustrada a história. Não se trata tanto de uma confissão de vultuoso roubo, mas de solene decisão de aceitar a Jesus.

Eu resolvo em meio às dificuldades. Resolvo seguir a Jesus e deixar tudo por ele.

(*) Trata-se do hino A OVELHA PERDIDA, de Elizabeth Chephane (1830-1869), traduzido por Sarah Kalley (1825-1907). O título original é THE NINETY AND NINE, de Ira David Sankey (1840-1908).

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