MÃOS QUE COOPERAM NA VITÓRIA (Êxodo 16.8-18)

Sermão pregado na Igreja Batista da Tijuca, hoje Primeira Igreja Batista no Andaraí (RJ), em 31.08.1952.

Há uma semana de nossa série de pregações, há muitas lições de apelo nas frases dessa experiência.


I - SENTIDO HISTÓRICO DA GRANDE LUTA


1. Notemos que Amaleque era descendente de Israel (Gênesis 36.12), portanto devia ser amigo der Israel.

2. Notemos também que a batalha foi premeditada para se tornar em verdadeira carnificina (Deuteronômio 25.18).

3. Notemos ainda que estavam num deserto e que os israelitas sem pão e sem experiência estavam em condições terríveis.


II - LIÇÕES QUE A EXPERIÊNCIA SUGERE


1. A luta contra Israel fora motivada por uma bênção de Israel. Água havia sido providenciada por Deus para o povo e esta água despertara Israel para a luta.

2. Talvez alguns pensassem que não poderia haver outro inimigo além de Faraó e que seu livramento já estava completo. Mas ali está a prova em contrário.

3. Há inimigos também no deserto. Muitos pensam que os inimigos estão todos na cidade e que na roça não os encontrarão.


III - MÃOS QUE GANHARAM A VITÓRIA

1. Notemos em primeiro lugar que, para os israelitas, houve duas frentes de batalha. Na primeira se encontrava o general capaz, Josué, que arregimentara os homens, mas sempre incentivo de Israel para a batalha.


2. Na segunda frente se encontravam Moisés, Arão e Hurque elevavam as mãos para os céus na gloriosa intercessão para que Deus os abençoasse e desse a vitória. Não sabemos qual dos dois era mais importante, mas podemos perceber que tal e qual na vida cristã hoje, ambos eram importantes. Moisés erguia as mãos para os céus e Deus abençoava as armas de seu povo. Quando as abaixava, era Moisés que sentia a perda da batalha. O povo estava num deserto, sem comida, sem recursos e sem as possibilidades de vitórias sobre Amaleque. Mas as mãos levantadas para cima traziam paz e alegria e satisfaçãopara todos.


III - ESTA EXPERIÊNCIA EM RELAÇÃO A NÓS HOJE

1. Amaleque era aparentado a Israel, mas combateu contra Israel. Se não levantarmos nossas mãos para ajudar a igreja querida nesta quadra, estaremos combatendo contra ela.

2. A bênção de Israel despertara o seu inimigo. Se não cuidarmos, nossas bênçãos serão a causa de fracasso. Já por dois anos temos falhado nesta semana de conferências, porque os irmãos têm ficado em casa.

3. As vitórias de Israel custaram sacrifícios nas duas frentes. Na frente de batalha muitas vidas foram ceifadas para que a causa triunfasse. No monte as mãos cansadas do servo de Deus continuaram apontando para o céu para trazermos paz e salvação. SACRIFÍCIO é termo do vocabulário.


IV - COMO LEVANTAR AS MÃOS DO PREGADOR PARA A VITÓRIA?

1. Pela nossa presença...

2. Pela vinda de nossos amigos...

3. Pela mobilização de todas as nossas energias desde agora. Se perder percamos, porque estaremos a serviço do grande Rei e para a sua gloriosa Causa.

4. Mediremos agora o interesse dos irmãos para com a nossa grande batalha a ser travada mais intensamente contra o pecado durante os dias da semana próxima. Todos os que prometem fazer tudo ao seu alcance, deixando tudo para se consagrar a essa tarefa queiram ficar em pé.

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