A FÉ SEM OBRAS É MORTA (Tiago 1.27; 2.14-26)

Vivemos um ministério da Fé. Alguns duvidam da eficácia de tal ministério. Muitos trocam os dois elementos, alguns exaltando exageradamente a fé, em prejuízo das obras e outros em reversos.

Tiago foi o homem prático na religião. Queria usar sua palavra de modo a fazer os homens viverem a mesma.


I – FÉ E SERVIÇO COMO INSTRUMENTOS DE DEUS


1. Tiago fala da obra que resulta da fé. Paulo da fé que independe das obras da lei.

2. Tiago não trata de doutrina em 1.27, mas de um serviço decorrente da fé.

3. Não se trata aqui de um ritual para ser seguido, uma força desta ou daquela forma, mas um serviço.

4. Temos aqui uma religião de caráter - não de metafísica da religião, diz o um autor, mas da sua própria física. Tiago fala das obras como uma disciplina pessoal.

5. Instrumentos de Deus – barqueiro – dois remos; um, a fé e outro; obras – astronautas, fé e técnica.

A fé sem serviço é como o peixe sem água para nadar. A fé é como o cifrão, só vale se acompanhada.


II – A FÉ E O AMOR – A LEI REAL


Amarás a teu próximo como a ti mesmo (Marcos 12.31). Temos aqui a limitação das obras. Devemos amar a nós mesmos, a nossa saúde, a nossa preparação espiritual, a nossa preparação para a vida.


III – A FÉ E AS OBRAS ILUSTRADAS

1. Abraão oferece Isaque em sacrifício. Naquele exato momento recebeu tudo de Deus. Sua maior entrega se tornou em seu maior ganho. Notemos que a fé não foi uma esmola oferecida. Não foi um ato meramente social, mas um ato de fé uma decisão de amor.

2. Raabe, uma decisão corajosa. Ela ia defender as espias, numa situação altamente perigosa para os pares. De novo não se trata de uma fé de dar esmolas, mas de uma atitude que trouxe um grande bem à marcha do Reino de Deus entre nós.

3. A fé pelos frutos. Gosto muito da expressão daquela mulher de 2Reis 4.9 a respeito do Profeta Eliseu: “Eis que este homem que passa por aqui é um santo homem de Deus.

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