A TRAGÉDIA DO HOMEM VAZIO (Mateus 12.43-45 e Lucas 11.24)

Em 16.04.1967

Surgiu entre nós há tempos um livro com .o seguinte título: "A Crise do Mundo Moderno". Por que Crise e não Crises? Não estamos em um mundo de confusão, de crises morais, materiais? A realidade para nós, no entanto, é que somente existe uma crise: A crise do pecado. O pecado se tornou em emaranhado. O pecado criou cores e formas novas. Fala-se até em pecado dos santos.

I - UM HOMEM VENCIDO 1. O homem com espírito maligno. A parábola se inicia com a fuga do homem. 2. Nesse quadro todos os homens estão envolvidos. "Todos pecaram" é a declaração inequívoca das Escrituras. No coração do homem existe de modo permanente o conflito entre o bem e o mal.

II - MEIOS DE QUE O HOMEM USA PARA MOSTRAR QUE MELHORA 1. Educação - polimento pelo lado de fora. Jesus diz em Mateus 23 que os fariseus faziam isto, como sepulcros caiados, bonitos por fora, mas imundos por dentro. 2. A arte de ser bom. Para ser feliz basta ser bom. Mas, como ser bom? 3. Fraternidade, camaradagem como meio de unir os homens. Mas, que tipo de união? 4. Comércio... relações públicas... 5. O homem quer ignorar o pecado. Uma das mais famosas atrizes brasileiras declarou: "Tenho 31 anos, mas parece que tenho 500. Só me sinto mais feliz quando promovo uma festa e gasto fortuna. Logo que sai o último convidado, no entanto, estou sé e triste". Jesus chama os homens vazios com aparências de piedade de "sepulcro caiado" na parábola. Havia perfume abundante em sua casa que estava limpa com vassouras novas. Notemos, entretanto, que a casa continuou sendo morada do espírito imundo. Não há força no mundo capaz de mudar o coração do homem, senão a regeneração. Certo varão havia se encantado com a criação de uma pequena onça. Criou-a com leite e carne. Um dia, o homem cortou o dedo e a onça, agora já grande, viu sangue e estraçalhou o homem. Vimos na Av. Rio Branco um homem distinto que perdeu a calma e proferiu nomes dos mais tristes. Diante de nós a neurose dos homens ricos e vazios.

III - A SOLUÇÃO PARA CADA PESSOA John G. Mackenzie (1885-1963) encerra seus estudos conclamando os homens à volta daquilo que chama de "Terapêutica da Fé". Ele discute o valor da religião: O valor real da oração confessional, quando a alma se abre diante de Deus, pedindo-lhe perdão pela falta que reconhece. Finalmente. ele reconhece a fé dinâmica para encher os corações vazios. Notemos o homem imundo que Jesus curou. O que ele fazia. O que ele começou fazer... O mal sim, mas não foi destruído. Não podemos viver de religião negativa.

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