CORES OBSERVADAS AO PÉ DA CRUZ

Dezembro/1977


É importante que as cores causem impacto nos homens. Cada país tem a sua bandeira. E alguns países têm bandeiras, marcadas por muitas cores. A própria Escola Bíblica do Ar tem o seu pavilhão. E cada cor traz uma explicação adequada, às finalidades da Escola Bíblica do Ar.


As cores marcam as estações do ano. Nos países de frio intenso, a aproximação do chamado outono é marcada pela mudança nas cores das folhas, de verde para amarelo, depois escuro e finalmente caem.


Quando nos vestimos, nós discutimos as cores e gostamos de dar a cada cor, um sentido. A personalidade humana é marcada por muitas cores. Alguns, quando estão um tanto desapontados, dizem que estão azuis. Outros se tornam muito vermelhos, quando se enraivecem. 


Dizem que quando alguém tem um ato de covardia, a sua cor é amarela. Do ponto de vista religioso, nós temos também alguma coisa que significa para nós, muito. Por exemplo, quando nós falamos em branco, nos lembramos da pureza, e nós queremos associar a cor de branco à vida santa na presença de Deus.


Nós gostamos de chamar o céu de azul. E queremos que todos olhem para o céu; gostamos de chamar a esperança de verde e aqui está a palavra e a cor de nossa Igreja Batista da Esperança.


E nós costumamos chamar a púrpura de cor da tristeza e do sofrimento.


No calvário nós encontramos algumas cores. Quando olhamos para o calvário, nós vemos na figura covarde de Pilatos, que fazia esta pergunta: “O que quereis que eu faça com este homem”? Sem olhar para o verdadeiro caráter da acusação e o verdadeiro valor de Cristo. Aquele homem queria angariar os aplausos e que por isto mesmo se amarelava numa covardia muito grande. 


Ali no calvário nós vemos o preto do pecado! O preto no ladrão condenado à direita de Cristo, e o ladrão condenado à sua esquerda. É o preto do pecado que conduz à morte. Este pecado, cujo salário é sempre a morte e do qual só podem sair àqueles que realmente sentem o horror dos seus pecados e se arrependem e creem sinceramente.


Sendo acusado, sendo desprezado, sendo abandonado, sendo traído, mas jamais perdeu a pureza de pensamento, a nobreza de atitudes. Jesus para nós é mais branco e mais brilhante, e mais puro do que em qualquer outro tempo, lá do alto do calvário.


Mas, no calvário, nós temos também o vermelho. É o sangue de Jesus Cristo, o sangue do qual diz o apóstolo João: “O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado”. Ah, o sangue de Jesus! Tão vivo; tão vermelho... estava caindo em gotas...caindo para chamar a atenção do homem ao amor de Deus, porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito. Esta a entrega de Cristo pelo homem... o sangue purificador... aquele que crê hoje em Jesus Cristo, ele é lavado pelo sangue do Cordeiro. Oh, meus amigos, que as cores do calvário façam de nós os melhores. Façam de nossos corações a verdadeira fortaleza de Deus, pela fé em Jesus Cristo. E cada um com a sua vida purificada possa dizer de todo o coração: Coroemos a Jesus, como Rei.
 

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